Esta é a história mais emocionante dos resgates que já fizemos. E com um final mega feliz pois a cachorrinha foi devolvida à sua família.
Era uma manhã de domingo.Saímos para ir ao supermercado e numa rua próxima aqui de casa Andréia avistou uma poodle correndo de um lado para o outro, molhada de chuva.Tinha chovido naquela madrugada. Ficou claro que era uma fujona que nessa altura do campeonato já tinha percebido a burrada que fez saindo para passear sem os donos.
Paramos o carro e tentamos alcança-la. Ela se assustou e saiu correndo feito louca sem rumo.Tentamos alcança-la, demos algumas voltas de carro da região e nada. Fomos embora angustiados.Isto era em torno de 10:30 da manhã.
Às 16:00 hs, passando pelo mesmo lugar, Andréia avista novamente a danadinha. Desta vez foi só chamar e ela pulou no carro e se ajeitou no vidro traseiro com a maior naturalidade como se já estivesse acostumada com aquilo. Esperta a bichinha! Já tinha percebido que a rua não era o melhor lugar.
Era uma manhã de domingo.Saímos para ir ao supermercado e numa rua próxima aqui de casa Andréia avistou uma poodle correndo de um lado para o outro, molhada de chuva.Tinha chovido naquela madrugada. Ficou claro que era uma fujona que nessa altura do campeonato já tinha percebido a burrada que fez saindo para passear sem os donos.
Paramos o carro e tentamos alcança-la. Ela se assustou e saiu correndo feito louca sem rumo.Tentamos alcança-la, demos algumas voltas de carro da região e nada. Fomos embora angustiados.Isto era em torno de 10:30 da manhã.
Às 16:00 hs, passando pelo mesmo lugar, Andréia avista novamente a danadinha. Desta vez foi só chamar e ela pulou no carro e se ajeitou no vidro traseiro com a maior naturalidade como se já estivesse acostumada com aquilo. Esperta a bichinha! Já tinha percebido que a rua não era o melhor lugar.
Demos a ela o nome carinhoso de Pituxa. Pituxa foi alimentada, tomou um banho delicioso e fizemos vários cartazes com a foto dela e nosso contato, tentando encontrar os donos da fujona.Visitei alguns pet shops no bairro e avisei que havia encontrado a mocinha.Mas ninguém apareceu para procurá-la. Como era época de férias, começamos a temer que tivesse sido abandonada. Essa idéia nos cortava o coração.
Ficamos com ela alguns poucos dias, mas era impossível continuar abrigando-a pois naquela época o Rick ainda exigia nossos cuidados em tempo integral.Foi necessário então encontrar uma família que pudesse recebê-la com amor.
Levamos a Pituxa para o novo lar, onde foi bem recebida, mas no fundo sentíamos que aquele não era o lugar dela.
E estávamos certos. Depois de dois ou três dias, recebemos um telefonema de uma "mãe" desorientada, relatando a fuga da cachorrinha na data que coincidia com o dia que a encontramos.Enviamos fotos, ela também nos enviou fotos e vimos sim, que se tratava da mesma cachorrinha. O mais impressionante é que para chegar do bairro de onde fugiu até onde a encontramos a mocinha precisou atravessar avenida perigosa e escalar um morro que qualquer pessoa normal desanima ao ver.
No bairro onde ela morava foram espalhados cartazes. A dona também foi a vários pet shops avisar do desaparecimento. Mas ninguém podia imaginar que aquela criatura fosse capaz de uma aventura tão grande!
Bom, é claro que ligamos para o lar que a havia recebido e explicamos a situação. Eles ficaram tristes pois já se haviam apegado a ela, mas entenderam prontamente que o melhor seria mesmo voltar para a verdadeira família.
Buscamos a mocinha, que na verdade se chama Rebeca e a levamos para casa. Que cena linda! A alegria da mãe, a alegria da Rebeca e das outras cachorrinhas da casa (4) foi de emocionar. A mãe estava desorientada pois a Rebeca é positiva para Leishmania e vive sob medicação. Também tem crises convulsivas. E fazia já quase semana que estava sem a medicação.Que alívio foi colocar essa danadinha no lugar de onde jamais deveria ter saído!



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