Principais vantagens:
Nos machos:
1. Evita fugas.
2. Evita o constrangimento de cães "agarrando" em pernas ou braços de visitas.
3. Evita demarcação do território (xixi fora do lugar).
4. Evita agressividade motivada por excitação sexual constante.
5. Evita tumores testiculares.
6. Possibilita o controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evita a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil etc (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças).
Nas fêmeas:
1. Evita acasalamentos indesejáveis, principalmente quando se tem um casal de animais de estimação.
2. Evitar câncer em glândulas mamárias na fase adulta.
3. Evita piometra (grave infecção uterina) em fêmeas adultas.
4. Evita episódios frequentes de "gravidez psicológica" e suas conseqüências como infecção das mamas.
5. Evita cios.
6. Possibilita o controle populacional, evitando o aumento do número de animais de rua.
7. Evitar a perpetuação de doenças geneticamente transmissíveis como epilepsia, displasia coxo-femural, catarata juvenil, etc.. (em animais que tiveram o diagnóstico dessas e outras doenças).
Principais mitos e verdades:
"A castração deixa o animal gordo"
Falso. A castração pode causar aumento do apetite, mas se a ingestão de alimento for controlada e o dono não ceder às vontades do animal, o peso será mantido. Observa-se que animais castrados quando jovens, antes de completar 1 ano de vida, apresentam menos sinais de aumento de apetite e menor tendência a se tornarem obesos. A obesidade pós castração é causada, na maioria das vezes, pelo dono e não pela cirurgia.
"A castração deixa o animal bobo"
Falso. O animal ficará letárgico após a castração apenas se adquirir muito peso. Gordo, ele se cansará facilmente e não terá a mesma disposição. A letargia é consequência da obesidade e não da castração em si. Os animais na fase adulta vão, gradativamente, diminuindo a atividade. Muitos associam erroneamente esse fato à castração.
"A castração mutila o animal, é uma cirurgia cruel!"
Falso. A cirurgia de castração é simples e rápida e o pós operatório bastante tranquilo, principalmente em animais jovens. É utilizada anestesia geral e o animal já está ativo 24 horas após a cirurgia. Não há nenhuma consequência maléfica para o animal que continua a ter vida normal.
"A castração evita câncer na fêmea"
Verdadeiro. As fêmeas castradas antes de 1 ano de idade, têm chance bastante reduzida de desenvolver câncer de mama na fase adulta, se comparado às fêmeas não castradas. A possibilidade de câncer de mama é praticamente zero quando a castração ocorre antes do primeiro cio. A retirada do útero anula a chance de problemas uterinos bastante comuns em cadelas após os 6 anos de idade, cujo tratamento é cirúrgico, com a remoção do órgão.
"O macho castrado não tem interesse pela fêmea"
Falso. Muitos machos castrados continuam a ter interesse por fêmeas, embora ele seja menor comparado a um animal não castrado. Se o macho é castrado e há uma fêmea no cio na casa, ele pode chegar a cruzar com ela normalmente, sem que haja fecundação.
"Castrando os machos eles deixam de fazer xixi pela casa"
Verdadeiro. Uma característica dos machos é demarcar o território com a urina. Se o macho, cão ou gato, for castrado antes de uma ano de idade, ele não demarcará território na fase adulta. A castração é indicada também para animais adultos que demarcam território urinando pela casa.
"Deve-se castrar a fêmea após ela ter dado cria"
Falso. Ao contrário do que alguns pensam, a cadela não fica "frustrada" ou "triste" por não ter tido filhotes. Essa é uma característica humana que não se aplica aos animais. Se considerarmos a prevenção de câncer em glândulas mamárias, ela será 100% eficaz, segundo estudos, se feita antes do primeiro cio. O ideal é castrar o quanto antes.
Saiba ainda:
Cada cadela pode reproduzir, por ano, até 2 vezes e, dependendo do porte do animal, gerar até 9 filhotes por vez.
Cada gata pode se reproduzir, por ano, até 4 vezes, gerando, por vez cerca de 4 filhotes.
Se pensarmos que elas vivem nas ruas e procriam essa quantidade de vezes todo ano, é fácil imaginar a quantidade de novas fêmeas que, por ano, reproduzirão a mesma quantidade e darão luz a novas e sofredoras criaturas pelas ruas, que por sua vez, reproduzirão também. Observada a condição dos animais que vivem na rua, os quais são submetidos a pior qualidade de vida possível (sentem fome, sofrem agressões, são atropelados ou mesmo, transmitem doenças), quanto mais pudermos combater o aumento dessa população, melhor. E isso se aplica também àqueles que possuem dono, já que ao menor descuido, um acidente pode ocasionar o cruzamento e, uma vez gerados os novos filhotes, mesmo com uma seleção rígida de adotantes, não será possível acompanhar cada um durante toda sua vida e, aquela pessoa que parecia tão bem intencionada ao adotá-lo, pode abandoná-lo nas ruas por algum motivo que lhe pareça justo (para nós nenhum motivo o é) e ai iniciar um novo ciclo de sofrimento.
ONG CÃOPARTILHE


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